Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

34ª Regata a Remo da Escola Naval reúne atletas de cinco países na Lagoa Rodrigo de Freitas


 
Competição teve participações de 600 atletas e de 90 embarcações

Considerada a maior Regata em número de barcos e de participantes do País, a 34ª Regata a Remo da Escola Naval agitou as águas da Lagoa Rodrigo de Freitas neste domingo, 12 de setembro, atraindo, além de militares, grande número de amantes do esporte e de famílias que buscavam um programa diferente.

A competição, uma das nove que integra o Circuito Poder Marítimo, contou com a presença de 600 esportistas e 90 embarcações. Ao todo, foram disputadas 17 provas de remo olímpico e escaller em percursos que variaram de 500 a 1000 m.

As presenças das delegações do Chile, Colômbia, Estados Unidos e Namíbia e das equipes das organizações militares CIAA, CIAGA e Corpo de Fuzileiros Navais deu o tom amigável à competição, que também levou o duelo dos gramados para as águas, na acirrada disputa entre tradicionais clubes cariocas, Vasco, Botafogo e Flamengo. Ao final do dia, os três clubes haviam conquistado três vitórias cada um.

Aberto ao público, o evento recebeu a exposições dos Mergulhadores de Combate e dos Comandos Anfíbios e diversas atividades de recreação infantil.

No próximo dia 10 de outubro, um domingo, será disputada a 65ª edição da Regata da Escola Naval nas águas da Baía de Guanabara. O evento, o maior da América Latina, deverá reunir 800 barcos.

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