Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Gruta Azul: uma janela para o universo

Por Tonho Caranguejo
Com fotos de Bruno Fitaroni e Marcos Klippel

"Oi Lariana...é o fim..."
"que papo é esse tonho?"
"sei lá...to meio cansado...e cheio de questões...è o fim..."
"deixa de tristeza e vamos viajar com nossos amigos!!"
Duas semanas atrás,tonho caranguejo tava meio desanimado...estava rolando uns desmaios malucos no crustácio aqui...energia baixa,sem muita vontade de remar...porque isso?Realmente não sabia...na verdade desconfiava mais não queria aceitar o fato que fiquei com um monte de manias do meu antigo trabalho...trabalhava como fisioterapêuta em uma clínica...o problema é que a dita clínica, tratava de doentes psiquiátricos...como pode?fisioterapia e psiquiatria?essa é uma longa história...o certo é que fiquei 8 anos ralando e lidando com a loucura dos outros...pancada!!!acabou fazendo mal no final...

Com essa energia maluca,aluguei,chorei e dei bastante trabalho pros meus amigos...tenho poucos e fiquei com um puta medo de todos se afastarem...até viajar pra Arraial do Cabo com a equipe da coragem!!
Chegamos em um Domingo...o tempo estava meio barro e meio tijolo com um vento S.W fraco mas aumentando...ficamos hospedados na Casa da Pedra no Pontal do Atalaia...du caraca a pousada...encrustados na pedra,existem nove chalés de cara pro mar... perto mesmo!!!
Arrumamos nossas coisas e saimos pra remar com receio de não conseguir visitar a tão sonhada Gruta Azul...caverna enorme,que cabe mole mole duas traineras de porte pequeno...`é grande pessoal!!Como o mar estava bem revolto na parte de fora de Arraial,realmente não sabíamos se daria pra chegar...remando na parte abrigada desta região de Arraial,pegamos um mar de azeite e a cor da água...bem a cor da água é tão azul que chega a ofuscar a visão...muito bonito mesmo...então chegamos na passagem do Boqueirão...caraca galera,o mar mudou derrepente pra calmo-nervoso...bem nervoso...essa passagem é bem estreita e vi todos os barcos de passeio que estavam se dirigindo pra gruta voltarem...cada manobra dos barqueiros que vou falar...realmente temi por esse barcos...então resolvemos seguir adiante,graças a firmeza e tranquilidade do meu querido amigo Fitaroni..."vamos nessa coragens!!não vamos desistir!!"A grande verdade é que nossas caiarcas se sairam bem melhor que as traineras...negociando com ondas que vinham de todo o lado,e todo mundo com dois pirex na cara é claro,chegamos tranquilos mas com um pouco de medo na tal caverna...
"fala Bruno...você vai entrar aí?"
"vamos tentar..."
Ele foi meio que enrolando a gente(ele sempre faz isso,como quem não quer nada sabe?)e devagar fomos entrando na caverna mais pro fundo...mais pro fundo e quando vi estavamos lá dentro da Gruta Azul...
"CARACA BRUNO ESSE LUGAR É DEMAAAAAAAAAAIS!!!!CARACOLES DEMAAAAAAAAAAISSS!!!!"
Poucas pessoas tem oportunidade de entrar em um lugar desses...acho que consegui deixar tudo o que é de ruim e que me faz ficar triste,dentro daquela caverna...a temperatura dentro parece uma geladeira e quando saímos o sol apareceu...foi marcante...o sol apareceu de novo pra mim...esquentando minha vida e minha alma e pensei "não é o fim e sim só o começo..."
Apertei a mão do meu amigo de vida e de mar..."Bruno...obrigado...de coração..."bem emocionado paramos para contemplar a paisagem...vimos mais ou mmenos umas quinze tartarugas de tudo que é tamanho e cor...bacana mesmo...realmente a Gruta é uma janela para o universo...universo esse,que acredito,e regido por forças que ainda estou buscando pra fortalecer a carapaça e a mente do caranguejo.
Na volta resolvemos passar pelo Baixio...banco de areia enorme no meio do mar que rola ALTAS ONDAS!!!Surfando com o bruno de caiarca,me senti o próprio ator de comercial de pasta de dente...lembram?"refresque seu sorriso com Kolinnos"

Chegamos na pousada e fizemos um churrasco bem lagal,regado a cerveja,amigos e um oito anos bem bom pra dar uns tragos...mais tarde no deque da pousada(so tinha a gente)fizemos promessas de amizade eterna entre eu ,Lariana,Bruno e Marcos..."você é uma excelente capitâ de caiaque Lari..."então peguei minha viola,minha gaita e suporte e puxei um som la do fundo da alma...lembrei com saudade do s.r King,Lady Flavia,Rainha Maia,Alê e Yuri,Debinha e por aí vai..."essas pessoas poderiam estar aqui..."ainda vai chegar um dia que vou levar esses queridos amigos e amigas pra conhecer a minha janela para o universo...
Então é isso...minha experiencia dessa viagem foi de que não podemos desanimar nunca e reciclar é sempre preciso...reciclem sempre amigos...porque sempre vai existir uma janela pro universo...de cada um de nós...

Grande Abraço,

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Uma mulher, um caiaque e o oceano

A canoista Simone Duarte relançou na última sexta-feira, no Espaço Odeon, seu livro "Uma mulher, um caiaque e o oceano" onde conta as aventuras vividas numa travessia entre o Rio de Janeiro e Santos.

Aproveitando o Festival de Filmes de Montanha, nossa amiga reuniu um número expressivo de canoistas numa noite de autógrafos onde não faltaram estórias, risos, animação dos presentes e muitas rodadas de cervejinha gelada. Estavam lá Chicó, Pedro Ceglia, Igor Prata, Suzana Duarte, Raffa, Marcão entre muitos outros convidados que tiveram a oportunidade de adquirir a obra cuja primeira edição há muito estava esgotada.



Eu tenho o livro porque tive a sorte de encontrar um exemplar num sebo há alguns anos. Mesmo pra quem já tem a antiga edição vale a pena conhecer a nova, editada pela EDIVENTURA. Além do relato sobre os acontecimentos da viagem, Simone narra com extrema sensibilidade tudo o que se passava na sua cabeça e no seu coração. A nova edição também vem recheada de fotos coloridas do périplo da canoísta responsável pela iniciação de inúmeros adeptos da canoagem no Rio de Janeiro.
Outra novidade, não do livro, é que a Simone não aguentou ficar longe do mar e depois de alguns anos morando em BH resolveu voltar para a Cidade Maravilhosa onde é muito querida por todos os amantes do mar e da canoagem. Parabéns pelo livro e seja muito bem vinda de volta ao lar, Simone.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Rio Va'a 2010

A Federação Internacional de Va’a, a Confederação Brasileira de Canoagem e o Rio Va'a Clube tem o prazer de convidá-los para participar da Rio Va’a 2010 nos dias 11 e 12 de dezembro.
Nono ano da etapa Sul-americana do Circuito Mundial de Va’a (canoa polinésia), a Rio Va’a 2010 será o palco do Campeonato Sul-americano de Va’a e do Campeonato Brasileiro de Va´a.
A prova é realizada sob os auspícios da Federação Internacional de Va’a (F.I.V.) e da Condeferação Brasileira de Canoagem (CBCa) e o programa compreende provas de V6 de longa distância (seis remadores), provas de V1 de média distância (canoa individual com ou sem leme) e, pela primeira vez, provas de Surfski e Caiaque oceânico.
Em 2010 festejamos o 10° aniversário do batismo da primeira canoa polinésia da América do Sul – LANAKILA (Rio de Janeiro, em Novembro de 2000), coroando os esforços iniciados em setembro de 1994 pelo brasileiro Ronald Williams para trazer o Va´a para o Brasil.
Contamos com a presença de todos para participar deste evento comemorativo dos 10 anos do Va´a no Brasil.

Primeira Regata Vogalonga: maratona a remo na Baía de Guanabara

O Centro Náutico Calabouço está entrando em contato com os clubes de canoagem do Rio de Janeiro para tentar viabilizar a Primeira Regata Vogalonga a ser realizada na Baia de Guanabara em 2011.
Vejam o que é feito em Veneza:
http://www.vogalonga.com/eng/index_ing.asp
O Centro Nautico Calabouço é uma associação dos clubes de remo localizados no Calabouço (Clube de Regatas Boqueirão do Passeio, Clube Internacional de Regatas e Clube de Natação e Regatas Santa Luzia), dedicado a revitalização das atividades nauticas no local.
Proposta preliminar:
OBJETIVOS
Os principais objetivos da Regata Vogalonga, são os seguintes:
• Glorificação da Força Humana
Com um caráter festivo e aberto à população, a Regata Vogalonga visa primordialmente glorificar a força humana, através de uma verdadeira maratona náutica nas águas da Baía de Guanabara, berço do remo carioca.
• Apelo à Recuperação Ambiental
A realização da Regata Vogalonga resgata a utilização da Baía de Guanabara para a prática do remo e de outros esportes náuticos, como a canoagem, todos irmanados no apelo ecológico para a recuperação de suas águas.
PERCURSO
A Regata Vogalonga será realizada no seguinte percurso de aproximadamente 22 km:
Saída das embarcações na Enseada do Calabouço, Praia do Flamengo, Enseada de Botafogo, de onde seguirão em paralelo ao costado da Urca, Forte de São João, Ilha da Lage, Fortaleza de Santa Cruz, Jurujuba, São Francisco, Icaraí, Gragoatá, nova travessia da baia até o Aeroporto Santos Dumont, Escola Naval, e chegada na enseada do Calabouço.
DATA
A definir, provavelmente nos meses de maior calmaria, entre maio e setembro de 2011.
REGULAMENTO
Por tratar-se de uma regata aberta à população, serão aceitas inscrições de qualquer tipo de barcos movidos exclusivamente pela força humana. A largada se fará quando todos os barcos do tipo yole a 8 remos estiverem alinhados no respectivo ponto de partida.
As guarnições são abertas a participantes de qualquer faixa etária ou sexo, podendo ser mistas.
Embarcações de qualquer tipo poderão participar, desde que movidas pela força do homem: yoles, canoes, gigs, caiaques, canoas, escaleres, canoas havaianas, stand up padle, etc.
ORGANIZAÇÃO
Centro Náutico Calabouço, com o apoio da FRERJ – Federação de Remo do Estado do Rio de Janeiro.

21ª Meia Maratona de Canoagem da Escola Naval

Já se vai mais de uma semana. Era domingo, 10 de outubro, dia de correr a Meia Maratona de Canoagem da Escola Naval.

O CCC participou com três caiaques duplos: um misto com Lariana e Tonho, um masculino senior com Bruno e Marquinhos e um masculino máster comigo e Volney.

Foi minha sexta regata da EN, a primeira sem o Candido como parceiro. Sempre gostamos de participar dessa prova. Além de manter em dia nossa coleção de camisetas, é uma oportunidade única no Rio de encontrar e conhecer canoistas de várias partes do Brasil. Foi numa dessas regatas que conheci o Evaldo Malato, canoista paraense que tem um projeto super legal com canoas tradicionais envolvendo populações ribeirinhas lá daquelas bandas.

As 3 caiarcas estavam prontas. Os amigos havaianos Lê, Carla, Deborah e outros já tinham partido ou estavam quase. Vamos nós!

Se por um lado a chuva não veio, por outro, o vento compareceu ao encontro. De longe dava pra ver o rebuliço que causava nas águas que cercam o Forte da Laje, onde passaríamos mais tarde beirando as pedras na tentativa de ganhar algumas posições.

Da PU até a EN fomos surfando as ondas que entravam na baía. O céu cinzento ia ganhando manchas azuis enquanto as águas cor de chumbo ostentavam seus tristes adereços flutuantes.

A prainha de Villegagnon ainda estava vazia quando chegamos, mas foi se enchendo de barcos rapidamente. Pegamos os numerais e, quando a aglomeração ficou demais, saimos pro mar para esperar o tiro de largada boiando. O mar já estava todo colorido de canoas e caiaques, cheio de canoistas conhecidos e desconhecidos, velhos e novos amigos.
O clima, como sempre, era de animada confraternização.

Saindo da prainha vimos uma canoa de 6 se aproximar por bombordo e tocamos pra frente pra nos safar. Nos safamos, mas a mesma sorte não teve um outro caiaque que vinha por boreste em sentido contrário e que ficou com uma canoa atravessada sobre o convés. Lembrei de quando fui vítima de um acidente parecido que causou um belo estrago no pequeno Jurupi lá na PV. Em situações como essa é preciso estar atento pois parar o seguimento de uma OC 6 não é coisa fácil, ou sai ou racha. 

A movimentação anunciava a disputa acirrada que se faria no mar agitado. Tudo indicava que teríamos uma prova digna desse nome.

BUM!!! Foi dada a largada. Mandamos o braço tomando cuidado pra não bater nos outros competidores, viramos a ponta da ilha e embicamos na direção da Santa Cruz. Na dianteira seguiam Bruno e Marquinhos a todo vapor. As ondas e o vento entravam pela boca da barra exigindo força e determinação. Volney dava os comandos:
- intercostais, intercostais! Ooop, ooop! Frequência, frequência!
Tudo ele falava duas vezes.
Contornamos a bóia e depois passamos pelo Forte da Laje beirando a margem, atentos às ondas grandes. A ousadia foi recompensada com algumas ultrapassagens. Perto da gente numa OC 2, também passando rente as pedras, estavam Déborah e o Hélio.
Viramos o Santinho e entramos na penúltima reta. Nessa altura já estava pedindo pra cair um raio na minha cabeça e acabar logo com aquele suplício, mas, de repente, um caiaque começou a ziguezaguear na nossa frente. Os caras tinham perdido o leme, nos dando uma chance de pegar a dianteira.
- Vai, vai! força, força! levanta o braço, levanta o braço!
Animados, Volney e seu eco me incentivavam. E eu pensando:
- Que braço, Capitão? Não tenho mais nenhum!
Já estava no automático, preocupado apenas em continuar respirando até poder chegar ao CTI.
Finalmente passamos pela EN. Mas ainda faltava contornar a bóia do Calabouço e passar sob a ponte. Estrebuchava quando cruzamos a linha de chegada. Aos poucos o coração ia recuperando seu ritmo normal.
Mais tarde fomos conferir os resultados na cerimônia de premiação. A canoa da Letícia pegou ouro na OC 6 feminina; Débora e Hélio pegaram ouro na OC 2 mista; Bruno e Marquinhos ficaram com bronze no K2 masculino senior; eu e Volney... Surpresa! Ficamos com Prata no K2 masculino máster! Valeu o esforço e os incentivos do Capitão Setezerozero.

Então voltamos pra PU remando de cara pro vento. Guardamos os caiaques, comemoramos bebendo várias cervejas bem geladas alí na base e lá pelas 16 horas tomamos o rumo de casa já pensando na regata do Rio Va'a que acontecerá em dezembro e que contará pela primeira vez com as classes de caiaques surfsky e oceânicos.

Fotos de Bruno Fitaroni e Marcos Klippel.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Incêndio, cheiro de esgoto e dura da capitania nas trilhas do mar

Ontem, quarta-feira, saí da Praia da Urca pra remar até o aeroporto com Tonho e Flávia. Seguimos em ritmo leve vendo uma coluna de fumaça que subia mais ou menos da direção da Praça 15. Um incêndio que ao que parece foi logo controlado, pois em poucos minutos a fumaça desapareceu. Contornamos uma das bóias que delimitam a área de pouso e decolagem do Santos Dumont e retornamos com proas apontadas para o Forte da Laje. Passei mariscando as pedras e quase fui surpreendido por uma onda. Mas foi só um susto, nada mais.
Voltando para a Urca encontramos Lariana, Pedro e Marquinhos que retornavam da Praia Vermelha. O mar estava tranquilo, só mexendo mesmo perto do Cara de Cão. O que chamava minha atenção era o cheiro forte de esgoto que tomava toda a atmosfera da enseada. Um desgosto.
Mais tarde, quando já estava em casa diante do computador, li no fórum do CCC o relato do Danilo dizendo que tinha tomado uma dura da capitania por estar navegando sem colete. Não vou falar da importância de estar de colete pois me parece evidente. Quem já naufragou como eu sabe muito bem o que pode significar a falta desse recurso. Quem quiser dar uma olhada no relato do Danilo e ver os comentários do Fuchs, basta acessar o blog da Letícia, tá tudo lá.
No mais, essa postagem fica sem fotos porque minha máquina pifou. Sei que já falei isso uma vez e continuei colocando fotos depois que ela ressussitou, mas agora acho que é mesmo o fim. Quem quiser ver a paisagem do Rio vista do mar terá que remar com a gente ou então acompanhar as aventuras ilustradas de Janaína pelas beiradas do Rio.

Relatório do Clean Up The World

Prezados Amigos e Parceiros,
Primeiramente agradecemos muito o empenho e a dedicação de todos; pois sabemos que, devido aos problemas naturais de chuva, vento e frio, algumas Localidades ficaram com um número menor de voluntários; mas mesmo assim podemos dizer que este ano foi o Melhor Evento de todos os tempos.
Vendo os sorrisos e a alegria de todos que temos contato, recebemos muitos elogios; portanto estamos repassando o nosso Muito Obrigado pelo carinho, a credibilidade e o amor deste Grupo tão feliz.
Mais uma vez a Natureza está mais Limpa, e muitas pessoas estão se conscientizando de que precisamos Urgentemente dar a continuidade em cuidar do nosso Planeta.
Encontrem o Site do Relatório Final do Clean Up The World 2010 nesse link.
- Este Relatório será enviado à toda a imprensa, e ao Clean Up The World - Australia / ONU / UNEP - Nações Unidas.
- Já estamos iniciando a produção de nosso próximo Grande Evento: o EcoNatal 2010 / Praias Limpas Verão 2011 - Dê um Presente de Natal para a Natureza; que acontecerá em 18 de dezembro, Sábado. Contamos com a participação de todos nesta nobre Ação, que dará a continuidade ao trabalho realizado no Clean Up The World 2010, celebrando o Ano Internacional da Biodiversidade / Biodiversity!. Será uma Grande Confraternização!
Estamos à disposição para mais informações,
Um Grande Abraço a todos,

Saudações Sustentáveis,

Anna Turano e Hildon Carrapito

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Fotos do Desafio da Cotunduba

Vejam as fotos do Desafio da Cotunduba.

Fotos do Theo

Fotos do Rodrigo

Fotos do Sid Grillo

domingo, 3 de outubro de 2010

Desafio da Cotunduba - Resultados

Nesse ultimo sábado, dia 2 de outubro, foi realizada mais uma regata organizada pelo CCC. O Desafio da Cotunduba movimentou as areias e as águas da Praia da Urca reunindo em clima de festa 40 remadores, caiaquistas e canoistas havaianos, de vários clubes do Rio e de Niteroi, dentre os quais destacamos: Hoa Aloha, Mauna Loa, Rio Va'a, Praia Vermelha Va'a, Equipe nem, Escola Naval, ECCO e CCC, é claro.
Apesar de ter como objetivo principal proporcionar um momento de confraternização entre canoistas, o Desafio da Cotunduba não deixou ninguém fazer corpo mole. Cada participante fez o que pode para chegar na frente e conquistar uma medalha.
Vencer os quase 12 km e o mar agitado na Ponta de São João e no contorno da Ilha da Cotunduba foi mesmo um desafio, principalmente para aqueles que capotaram perto do Cara de Cão no trajeto de volta. Felizmente entre mortos e feridos todos escaparam ilesos graças ao apoio oferecido por 3 barcos contratados para fazer a segurança dos competidores.
Depois de cruzar a linha de chegada, os atletas puderam descansar e recuperar as forças na tenda de alimentação que mais uma vez estava repleta de frutas, sanduiches, barras de cereais, suspiro e biscoitos. Enquanto aguardavam a premiação e a distribuição de brindes oferecidos pela OPIUM e pela ANIMA VERDE os atletas trocavam suas impressões, e pelo que percebemos a satisfação foi geral.
A entrega das medalhas foi feita num clima super descontraido onde não faltaram as brincadeiras entre camaradas. Agora, divertido mesmo foi o momento do sorteio dos brindes. A impressão era de estar no recreio de um jardim de infância, tamanha era a animação da galera. Para a comissão organizadora, os sorrisos e gargalhadas foram, sem dúvida, o maior prêmio. Muito obrigado a todos!!!
Antes de passar para os resultados, agradecemos mais uma vez à OPIUM CAIQUES pelos brindes enviados. Novamente, graças a generosidade do nosso amigo Fábio Paiva, pudemos oferecer um algo mais aos remadores que a cada semestre enchem a raia prestigiando nosso evento.
Agora vamos ao que interessa.
Resultados:

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Corpo e contemporaneidade: palestra de André Martins no Café Filosófico

Repassando email da Bárbara.

O Café Filosófico com a palestra de André Martins foi adiado para o domingo dia 10/10, 22h, na tevê Cultura (canal 16 da Net e 114 da Sky). Até lá!

Caros,
É com muito prazer que informamos a exibição dos seguintes programas inéditos para o Café Filosófico do mês de Setembro e Outubro na TV CULTURA (canal 16 da Net) às 22 h.
Para entender o futuro do corpo e da saúde na contemporaneidade. Série de curadoria de André Martins
Nesta série, filósofos e psicanalistas procurarão questionar que corpo e que saúde queremos. Trata-se de colocar em perspectiva nossa concepção de saúde na contemporaneidade à luz de alguns autores – como Nietzsche, Spinoza, Foucault, Deleuze, Winnicott, Daniel Stern, Angel Vianna – que frisaram a relevância do papel do corpo como expressão de vitalidade e singularidade.

O Tao da Canoagem

Visite as beiradas e dê uma olhada na postagem de hoje. A manhã estava cinzenta, o mar escuro e sujo. Nada poderia fazer suspeitar que fosse possível encontrar alguém contente remando em tal cenário. Mas veja como o relato emana paz e alegria. E o que dizer do sorriso da Lê? Por que a Alê e o Iuri parecem tão bem?
Um amigo, sacerdote e professor de Taoismo, uma vez explicou que na China, cuja cultura está impregnada de conceitos taoistas, as pessoas buscam atividades físicas na natureza porque acreditam que o Tao está presente entre as forças que permeiam o mundo natural e que estar em contato com a natureza é estar conectado ao Tao.

Para elas o Tao se manifesta com mais intensidade em ambientes naturais e fica mais acessível à nossa percepção. Por isso quem realiza alguma prática ao ar livre se mantém saudável e feliz. Boa explicação. Quando estamos remando entramos em contato com o fluxo da vida, o mar nos ensina sobre a realidade das coisas e nos harmoniza com a energia do universo.
Temos sorte, mas muita sorte mesmo, de ter um litoral tão bonito e tão perto de nós. Também temos sorte porque cada vez mais pessoas se dão conta disso, daí ver tanta gente amiga remando. Só de olhar as fotos lembro como são lindas nossas beiradas e como é prazeroso estar em contato com esse mundo e encontrar essa gente da linha d'água.