Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

sábado, 5 de junho de 2010

Você viu esses golfinhos?

Dia Mundial do Meio Ambiente. Vou aproveitar e lembrar aos amigos canoístas que o Projeto Golfinhos Flíper formou uma rede de colaboradores com o objetivo de reunir informações sobre esses animais.
PROJETO GOLFINHO FLÍPER - REDE DE COLABORADORES


O golfinho-flíper (Tursiops truncatus) é comum nas águas costeiras do Rio de Janeiro. No entanto, informações precisas sobre esta espécie continuam pouco conhecidas.


Corpo: robusto
Tamanho: Adulto: 2,7 a 3,4m Peso: 280-340 kg
Coloração: Tons de cinza variados com o ventre claro (branco ou rosado). Capa dorsal cinza-escura que vai até atrás da nadadeira dorsal, mas na maioria das vezes, é pouco definida. Às vezes é possível ver uma linha ou faixa mais clara iniciando na capa em direção ao dorso. A lateral do corpo é cinza clara e as nadadeiras dorsal, peitoral e caudal geralmente são cinza escuras. Nos adultos, o corpo costuma ter marcas, arranhões, cicatrizes e manchas.
Nadadeira dorsal: Alongada, moderadamente alta e falcada (forma de foice), com uma base ampla, localizada no centro do dorso. Bordos podem apresentar cortes e entalhes, comuns nos adultos.
Bico: Curto e largo
Tamanho de grupo: Até 20 indivíduos, mas podendo chegar até 50 indivíduos ou mais, constituídos por várias classes de idade (adultos, juvenis e filhotes).
Comportamento: Constantemente realiza saltos e batidas de cauda e cabeça na superfície da água. Pode ser avistado “surfando” em ondas. Curioso, costuma aproximar-se de embarcações podendo vir a nadar na proa. Associa-se com outras espécies de golfinhos e baleias.
Tempo de mergulho: 3 a 4 minutos


Por ter hábitos costeiros, o golfinho-flíper encontra-se sujeito a sérias ameaças tais como as capturas acidentais em aparelhos de pesca, a crescente degradação do ambiente costeiro, a poluição, o intenso tráfego de embarcações e a exploração excessiva de recursos marinhos importantes em sua dieta.

Se você viu este golfinho, por favor, preencha a ficha de avistagem ! http://www.cagarras.com.br/golfinhos_fliper.php
Sua colaboração é valiosa !

Com a obtenção de informações precisas, medidas de conservação efetivas poderão ser adotadas !


Realização


Parceria

Crédito texto: Projeto Golfinhos Fliper. Fotos: Liliane Lodi.

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