Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

domingo, 13 de junho de 2010


Quinta-feira não fui remar porque estive na Lapa na véspera assistindo ao show de lançamento do disco "Negro Canto" (http://www.marciothadeu.com/). Passei uma noite muito agradável ouvindo uma seleção de canções compostas por autores negros na voz de Márcio Thadeu acompanhado por uma banda super competente, só que o show acabou muito tarde pra quem tem que estar na praia às 6.

Mas aproveitei uma folga no meio do dia para fazer um saco estanque de baixo custo (SEBC) com  material que eu e Raffa compramos na SAARA quarta de manhã. Fiz um saco estanque grande colando um bom pedaço de lona vinílica amarela semi-transparente e ainda sobrou o bastante pra fazer um menor. Olha só que beleza.


Numa outra oportunidade escreverei um passo-a-passo com fotos para quem quiser tentar fazer um. Não é difícil, só precisa de algumas manhas para que o resultado fique perfeito na função e na aparência. Aliás, quando for fazer outro, prometo chamar a rapaziada da canoagem para uma "demonstração pública", assim cada um poderá fazer o seu quando precisar.

Também não fui conferir as beiradas ontem. Tô atacado da febre do bicho carpinteiro, então comecei a dar uma geral no equipamento, principalmente no sistema de fechamento dos compartimentos de bagagem do  caiaque. Já tinha colocado silicone na tampa da proa, o que eliminou boa parte do problema de entrada de água, mas resolvi fazer um o-ring de borracha e uma boina nova de lona vinílica pra ver se o compartimento fica completamente estanque.

Se tudo der certo, se o tempo e o mar permitirem, estarei na PV na terça para testar os acessórios tabajara.

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