Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Nós e Laçadas

A vida deu um nó esse mês. Um nó cego amarrando o caiaque em terra firme.  Saber dar alguns tipos de nós é fundamental. Melhor quando o nó pode ser desfeito com facilidade.

Acho que todo canoísta deve saber, seja para fixar uma âncora, fazer um reboque, prender o remo ou amarrar o caiaque a um cais ou bóia.
Um bom nó deve ser simples e rápido de fazer; apertar a medida que aumenta o esforço sobre ele e ser fácil de desatar.
É muito difícil descrever com palavras como fazer um nó, então, o negócio é observar as ilustrações abaixo e treinar até poder fazê-los de olhos fechados.

Volta de fiel: Usada para prender o chicote no mastro ou na verga.


Volta da ribeira: Em geral é usada para amarrar objetos leves para içar.

Nó direito: Usado para unir cabos da mesma espessura.

Nó de escota ou nó torto: Serve pra juntar dois cabos de calibres diferentes.

Nó de fateixa: Usado para amarrar um cabo a uma âncora ou alça de uma bóia.

Lais de guia: Muito utilizado para prender pequenas embarcações ao anel de uma bóia.

Nó de correr: Nó muito comum com diversas aplicações.

Fontes: Manual do Escoteiro Mirim e Navegar é Fácil.
Para ver como fazer estes e outros nós veja

Um comentário:

  1. Desata esse nó e vem! As beiradas estão com muitas saudades de você!
    Beijinho

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