Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Corpo e contemporaneidade: palestra de André Martins no Café Filosófico

Repassando email da Bárbara.

O Café Filosófico com a palestra de André Martins foi adiado para o domingo dia 10/10, 22h, na tevê Cultura (canal 16 da Net e 114 da Sky). Até lá!

Caros,
É com muito prazer que informamos a exibição dos seguintes programas inéditos para o Café Filosófico do mês de Setembro e Outubro na TV CULTURA (canal 16 da Net) às 22 h.
Para entender o futuro do corpo e da saúde na contemporaneidade. Série de curadoria de André Martins
Nesta série, filósofos e psicanalistas procurarão questionar que corpo e que saúde queremos. Trata-se de colocar em perspectiva nossa concepção de saúde na contemporaneidade à luz de alguns autores – como Nietzsche, Spinoza, Foucault, Deleuze, Winnicott, Daniel Stern, Angel Vianna – que frisaram a relevância do papel do corpo como expressão de vitalidade e singularidade.

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