Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

terça-feira, 3 de abril de 2012

Clínica de rolamento com Fábio Paiva no Rio de Janeiro

Nesse último sábado recebemos a visita de Fábio Paiva que, aproveitando a entrega de caiaques Ecomotion, Moana e Molokai da Opium, ministrou uma clínica de rolamento fantástica.

Com paciência e dedicação, Fábio fez com que os dez alunos presentes experimentassem a sensação de rolar. Incrível como em poucas horas conseguiu fazer todos executarem a manobra sozinhos. Deve ser porque ele coloca a alma em tudo que faz deixando fluir uma energia muito boa e envolvente, sem falar da longa experiência como instrutor de canoagem.
A galera gostou muito, estavam todos numa vibe super bacana. Foi tão legal que já estamos pensando na próxima, sabendo que podemos contar sempre com a força desse nosso amigo.
Valeu Fábio! 

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