Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006



segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Teatro na sexta, preguiça no sábado, Cagarras no domingo. Que vida besta!

Depois de ver a peça "OTRO" (Espaço Sergio Porto) e de esticar na noite de sexta, sábado foi dia de descanso. Fiquei sabendo que o Edu foi para as Cagarras e que no caminho encontrou Suzana já voltando. Então, domingo foi minha vez.
Cheguei na PV tipo 8 horas e vi Alê, Iuri e Malu preparando suas canoas. Sairam logo depois da minha chegada remando bem devagar. Meu plano era seguir para Ipanema, só que não deu pra resistir e resolvi seguir o trio. Foram alcançados por Jurupi que completou o trajeto até as Cagarras em uma hora e vinte. Mar verde-marrom, com bastante lixo flutuando, mas com ondulações delicadas empurrando pro arquipélago.
Nós quatro ficamos de bobeira perto da Comprida até começar um NE tímido. Alguns banhos depois partimos de volta pra PV, dessa vez tendo que vencer a resistência do vento. Confesso que nem senti, pois no trajeto fui conversando com a Malu, conhecendo um pouco mais a pessoa por trás da remadora.
Um fim-de-semana perfeito: arte, sono, natureza e amigos. Quem dá mais? 


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