Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Remada de aniversário da Carla

Um dos maiores prazeres da canoagem está no encontro com os amigos.
Foi o que aconteceu nesse domingo, quando 15 remadores do Clube Carioca de Canoagem saíram da Urca pra comemorar o aniversário da Carla na praia do Morcego.
Também me deixou feliz ver a linha d'água cheia de remadores de outros clubes. Estavam por lá a galera do Niteroi Hoe, da Guarderya e o Manoel com seu Epic V8 estalando de novo.
Pra quem remava praticamente sozinho nos anos 2000, é muito estimulante ver tanta gente desfrutando o esporte e a paisagem do Rio de Janeiro.
Parabéns, Carlinha!
Abraço.
Rodrigo































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