Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Lançamento: O Estado do Ambiente – indicadores ambientais do Rio de Janeiro – 2010.

Prezados,
É com orgulho que convido todos vcs para o lançamento da publicação: O Estado do Ambiente – indicadores ambientais do Rio de Janeiro – 2010.
É o nosso livro!
Produzido pelo Estado - SEA e Inea - para todo o estado... A materialização de uma base de dados, fundamental ao planejamento e monitoramento das regiões hidrográficas. Dados que adotados como indicadores e integrados, são capazes de avaliar a situação ambiental do ERJ, nosso desempenho e metas.
Um marco referencial de informações para a gestão ambiental que desejamos. Compilado e produzido com a visão critica necessária ao estabelecimento das diretrizes evidenciadas pela espacialização dos dados e sugeridas pela sustentabilidade aos gestores!
Espero todos vcs!
Dia 20 de outubro de 2011 – às 10:30 hs no Jardim Botânico (foyer do Teatro Tom Jobim)
Júlia Bastos

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