Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Balizamento Náutico - Sinais Cardinais

Os Sinais Cardinais são destinados a indicar o quadrante onde a navegação é mais segura. Assim, ao avistar um Sinal Cardinal Norte, por exemplo, o navegante saberá que a via mais propícia estárá situada ao norte do sinal.
Como todos os sinais, os Cardinais têm características próprias (cor, forma, marca de tope, cor da luz e ritmo de apresentação da luz) que os distinguem dos demais sinais.

Sinal Cardinal Norte

Cor: Preta acima da amarela.
Forma: Pilar ou charuto.
Marca de tope: Dois cones pretos, um sobre o outro, ambos com os vértices apontados para cima.
Cor de luz: Branca.
Ritmo: Lampejos rápidos ou muito rápidos.




Sinal Cardinal Leste

Cor: Preta com uma faixa horizontal amarela no meio.
Forma: Pilar ou charuto.
Marca de tope: Dois cones pretos, um sobre o outro, unidos pelas bases.
Cor de luz: Branca.
Ritmo: Grupos de lampejos triplos muito rápidos a cada 5 segundos ou rápidos a cada 10 segundos.




Sinal Cardinal Sul

Cor: Amarela acima da preta.
Forma: Pilar ou charuto.
Marca de tope: Dois cones pretos, um sobre o outro, ambos com os vértices para baixo.
Cor de luz: Branca.
Ritmo: Grupos de 6 lampejos muito rápidos seguidos por um lampejo longo a cada 10 segundos ou lampejos rápidos seguidos por lampejo longo a cada 15 segundos.


Sinal Cardinal Oeste

Cor: Amarela com uma faixa horizontal preta no meio.
Forma: Pilar ou charuto.
Marca de tope: Dois cones pretos, um sobre o outro, unidos pelos vértices.
Cor de luz: Branca.
Ritmo: Grupos de 9 lampejos muito rápidos a cada 10 segundos ou os mesmos lampejos rápidos a cada 15 segundos.




Para o canoista, os Sinais Cardinais, da mesma forma que os Sinais Laterais, indicam onde as embarcações maiores deverão passar. Logo, deve ficar atento aos outros barcos quando estiver navegando pelo caminho indicado pelo balizamento e, se possível, se não houver impedimento ou risco, deverá deixar livre a passagem.

Resumindo em imagem:
Tudo sobre balizamento náutico:
Fonte: DHN

2 comentários:

  1. Muito bem esplicacdo as informações.

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    1. Obrigado, Claudio.
      Repare que a marca de tope dos sinais cardinais apontam para onde fica a cor preta. No cardinal norte, o preto fica em cima; no sul, em baixo; no oeste, no meio e no leste, nas extremidades. Bem bolado, né? Assim fica mais fácil memorizar.
      Abraço.

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