Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Canoagem agita Praia da Urca

Três eventos de canoagem animaram a Praia da Urca no último sábado, dia 27 de agosto.
A Copa Rio 2011 - II Etapa do Estadual de Canoas Havaianas reuniu  quase cem remadores, canoistas e paracanoistas, numa disputa emocionante em mar agitado. A adrenalina rolou solta nas veias dos competidores que enfrentaram ondas grandes, correnteza e ventos fortes na boca da Baía de Guanabara. O relato da Letícia no beiradasdorio dá bem a noção do que foi a prova, vale conferir. Os resultados das provas estão no site do urcacanoeclube
Enquanto rolava a acirrada disputa entre Va'as, nas águas tranquilas da Praia da Urca acontecia o II Curso de Canoagem Oceânica provovido pelo CCC em parceria com a Aroeira Outdoor. Mais uma vez, Christian Fuchs e sua equipe de instrutores esbanjaram simpatia e competência durante as aulas, que abordaram desde os fundamentos da canoagem até as técnicas avançadas. O curso continuou no domingo e fechou com uma clínica de apoios e de introdução ao rolamento esquimó.
No meio disso tudo estavam Fábio Paiva, Macuco, Coelho e Leo apresentando, cheios de entusiasmo, os surfskis Molokai e Moana da Opium. Não é todo dia que temos a sorte de ter tantas feras dando dicas tão preciosas sobre esses barcos nervosos que chegaram para ficar no cenário canoístico brasileiro. Os quatro vieram ao Rio para participar do abraço ao Forte da Laje, que reuniu no final do dia, depois da premiação aos vencedores da Copa Rio e de encerrado o Curso do Fuchs, mais de 25 canoístas entre os quais Ronaldo, Biga, Edson, Ornellas e Danilo da ECCO. 
Esse dia fica pra história e demonstra que a canoagem carioca segue seu caminho, evoluindo sempre no sentido de um maior aprimoramento técnico dos atletas, da organização dos eventos na cidade e do convívio sempre harmonioso e fraterno entre as diversas modalidades de canoagem de mar. Parabéns a todos!

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