Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

terça-feira, 26 de abril de 2011

São José do Ribamar - MA

Estive em São Luis no fim de semana dos dias 16 e 17 de abril para dar um curso de Técnicas de Manipulação Vertebral e aproveitei pra ficar mais dois dias e conhecer um pouco a cidade. Na verdade não deu pra conhecer quase nada por causa da chuva, mas fui até São José do Ribamar pra estudar a possibilidade de fazer um dia, quem sabe, uma viagem ao redor da Ilha de São Luis. A correnteza é forte, muito forte devido a amplitude de maré, mas com um bom planejamento dá pra fazer.
Vamos nessa?








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