Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Aniversário do Caranguejo (sem i)

Foi na sexta passada que nosso amigo crustáceo reuniu a galera pra comemorar seu aniversário.
Caranguejo, que também é Tonho, tem esse desejo de transformar a vida num sonho.
Desejo do Tonho, sonho do Caranguejo. Prazer de todos nós.
Foi mesmo uma maravilhosa manhã, coisa de quem não tem o que fazer...
Opa, péra lá!
Remar, ver o dia amanhecendo, cantar, comer, abraçar os amigos, soprar a velinha e conversar não é fazer alguma coisa?
Aaah bom!










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