Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Expedição Ubatuba - Rio de Janeiro em Caiaque oceânico: vídeo do treino Urca - Barra - Urca





Le Vent Nous Portera
Noir Desir

Je n'ai pas peur de la route, faudra voir, faut qu'on y goûte
Des méandres au creux des reins et tout ira bien, le vent l'emportera
Ton message à la grande ourse et la trajectoire de la course
A l'instantané de velours même s'il ne sert à rien, le vent l'emportera

Tout disparaîtra, le vent nous portera

La caresse et la mitraille et cette plaie qui nous tiraille
Le palais des autres jours, d'hier et demain, le vent les portera
Génetique en bandoulière des chromosomes dans l'atmosphère
Des taxis pour les galaxies et mon tapis volant, dis, le vent l'emportera

Tout disparaîtra, le vent nous portera

Ces parfums de nos années mortes, ceux qui peuvent frapper à ta porte
Infinité des destins, on en pose un, qu'est-ce qu'on en retient ?
Le vent l'emportera
Pendant que la marée monte et que chacun refait'ses comptes
J'emmène au creux de mon ombre des poussières de toi
Le vent les portera

Tout disparaîtra, le vent nous portera.

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