Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Mauna Loa 2010 (2)

O sábado de sol iluminou a festa dos amigos de Niterói e fez a galera suar de montão pra vencer os 6 km da prova.
Eu e Edu chegamos a tempo de ver a largada das oc 1 femininas, mas nem lembro quem chegou na frente. Depois largaram as oc 1 masculinas. Nessa quem ganhou foi o Leo Silva, seguido pelo Jorge. Esses dois ainda fizeram a dupla vencedora das oc 2 masculinas, e nada poderia estar mais de acordo com as comemorações do dia de Zumbi. Nas oc 2 femininas quem ganhou foi a dupla Lelê e Teté. Cada uma mais roxa que a outra na chegada, por causa do calor e do esforço para vencer a forte dupla de Cabo Frio. Parabéns a todos competidores e parabéns também para os organizadores pela belíssima festa!
Acho que depois ainda teve as oc 2 mistas, mas não ficamos pra ver, pois já entrava um sudoeste chato que fez da volta pra casa parecer uma maratona. Segui com o Edu até o Forte da Laje e depois fui pra PV no meio de um mar traiçoeiro, agitado pelo sudoeste que entrava com força pela boca da barra. Como as traineiras e lanchas voltavam pra baía fugindo do vento, tive que ficar ligado o tempo todo pra não ser surpreendido por um piloto mais desatento.
No mais, o desembarque na PV foi tranquilo apesar do monte de banhistas nas beiradas. 
Valeu!
PS: Minha máquina fotográfica pifou. Depois vou roubar umas fotos da Carlinha pra colorir a postagem.


4 comentários:

  1. Calma que já mandamos fotos! Ainda estamos nos recuperando do calor que tomamos das cabofrienses.
    Carlota está inteira mas sem as máquinas pois estão comigo! :)
    Valeu Comandante, você e Edu por lá foi como uma brisa fresca no meio daquele caldo quente!
    Mereciam pagar uma indenização por danos morais esses fabricantes da tua máquina! Como podem deixar você sem registrar além da alma? Eles não sabem o que fazem...

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  2. Pois é... Já mandei pra assistência técnica, mas vou ter que esperar pra ver se vão me dar outra. Se não derem vou iniciar uma campanha difamatória contra o fabricante. Eles vão ver só...

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  3. Sou leigo em OC1, quem fabrica elas e quanto custa ? Como se transporta ou tem que ficar na praia estacionada ?

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  4. Também não sou grande conhecedor, apesar de conviver bastante com a galera da Va'a.
    A Opiun do nosso amigo Fábio Paiva fabrica alguns modelos. Um fabricante carioca é o Hugo Sanchez da Halau. O clube da Halau fica na Barra da Tijuca.
    Canoas individuais vão no carro sem problemas, como os caiaques.

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