Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

terça-feira, 9 de julho de 2013

Remada em manhã de mar grande

Olha, para quem estava com sono, o mar hoje foi um grande despertador.
Siniiiiiistro! Mas a turma seguiu firme e treinou muito apoio e resgate em T no simulador de tempestade do CCC.
Segue o link do percurso (ver dia 9 no calendário de agosto):



  • Distancia: 8.01 km
  • Duração: 1h:53m:41s
  • Vel. média: 4.2 km/h
  • Vel. max: 11.3 km/h
  • UGA!
    Paulo Fucci

    Essa remada foi mesmo incrível. Saimos da Urca por volta das 6:30. Na enseada o vento vinha de leste, mas a galera da Praia Vermelha, que hoje foi remar na Urca, avisou que lá fora o vento era outro. 
    Remamos em direção à boca da barra e demos de cara com ondas grandes, calculo um metro e meio fácil, de sudeste; o vento, na minha percepção, também era de sudeste. Fomos até a ponta do Pão de Açúcar encarando as vagas com a corrente jogando pra fora, contra o vento. Na volta, várias capotagens, vários resgates e reboque. Nada assustador, só uma tensãozinha básica mesmo. O Zé Carlos tava que nem pinto no lixo, curtindo o downwind, dava pra ver seu sorriso de longe.
    Um belo treino usando vários fundamentos: apoios, autorresgate, resgate em T, saída molhada, reentradas, esgotamento d'água usando bomba manual e até um pouco de surf. Na hora do resgate também rolou um aprendizado: o cinto do cabo de reboque estourou chamando a  atenção sobre a necessidade constante de verificar o estado dos materiais e  fazer a manutenção regularmente.
    Obrigado Roberto, Paulo, Flávio, Rafael, Marquinho e Zé Carlos por mais essa remada.
    Rodrigo.

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