Intermediários

Processos, ferramentas e ambientes para objetivos subjetivos

O que é invisível a nós? Que coisas escapam aos cinco sentidos, que estão presentes mas não podem ser definidas? Ou seria a pergunta, o que é o invisível?

Um objeto é comum. Porém quando é portador de um poder, o que passa a ser? Um talismã, uma arma, um instrumento? O poder transforma o objeto em um veículo, uma ferramenta que permite ao seu operador realizar o objetivo proposto. Igualmente, uma área quando designada e delimitada passa a ser o espaço que possibilita o acontecimento do objetivo proposto. E interessam também os espaços de fronteiras pouco definidas, como são os espaços emocionais e espirituais, da mesma forma os dos sonhos e os das fantasias. Espaços estes que são abstratos e impalpáveis, que se permeiam e se confundem entre si, onde entramos e de onde saímos constantemente sem nos dar conta.

Os objetos-espaços atuam entre o físico, o psicológico, o emocional e o invisível. São intermediários e como tal passam a depositários de possibilidades, poderes e anseios. Pontuam o silêncio. São ações poéticas que existem no vazio entre as continuidades.

Rodrigo Cardoso, 2006

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Canoagem Oceânica no Rio de Janeiro: 5 anos do CCC


Domingo passado, mais de 40 canoistas se encontraram no Forte da Laje para comemorar, com um churrasco, os 5 anos de existência oficial do Clube Carioca de Canoagem.
O dia ensolarado deu as boas vindas aos remadores em diversos pontos das beiradas do Rio. Da praia do Flamengo saiu a rapaziada da ECCO; da PV vieram alguns membros do PVV e do próprio CCC; do Guanabara zarparam mais alguns velhos e novos amigos. O grosso da tropa do CCC saiu mesmo da base da  PU.
Além dos 5 anos do clube, foi festejado também o aniversário da Deborah Zambrotti, remadora do Mauna Loa e do CCC.
Pouco antes das 10 horas o mar já estava decorado pelos caiaques e canoas enfeitados com balões coloridos. No caminho até o Laje, quem andava perto da murada da Urca, em terra firme, via passar uma procissão, e deviam estar se perguntando qual o santo homenageado. Na verdade, a procissão de loucos varridos ia mesmo festejar a santa paz e a amizade que une o povo da linha d'água. Carregavam churrasqueira, carnes, carvão, torta, e mais um sem numero de comidas e bebidas.
Depois de desembarcar pela escada da murada, passada a tensão, o que se viu foi a alegria estampada nos rostos, a felicidade de estarem mais uma vez juntos. Seguiu-se o dia em meio a animadas conversas. Quem visitava o forte pela primeira vez teve a oportunidade de conhecer os recintos na companhia dos veteranos que generosamente compartilharam seus conhecimentos e estórias vividas no local. Ronaldão deu aula sobre a história do forte e Biga mostrou diferentes tipos de nós e laçadas. 
No final do dia veio o parabéns, com direito a bolo e velinhas pra soprar, e quando já não restava mais nada pra comer, nem beber, sobravam sorrisos e contentamento.
O depoimento da Cecília, dando bem a noção do que foi esse dia, já está lá no blog da Letícia:
As fotos estão no picasa:
As fotos do Guilherme podem ser vistas no
De minha parte estou grato e feliz por ver se concretizando um sonho de 10 anos: o mar do Rio povoado por remadores cultivando a saúde, a amizade e o respeito pela natureza e pela cidade. 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ameaça silenciosa ao Monumento Natural das Ilhas Cagarras

Recentemente o biólogo marinho Fernando de Moraes, perquisador colaborador do Museu Nacional, identificou com a Profa. Débora Pires um exemplar de Tubastrea coccinea, uma das duas espécies do Coral Sol invasor de nossas águas, coletado pela Aline Aguiar durante trabalho de campo na Redonda.
Segundo Fernando, apesar de já ter sido visto no Arquipélago das Cagarras e em grande número na Ilha Pontuda, este é o primeiro registro de Coral Sol nas Cagarras. Essas espécies representam uma ameaça real e silenciosa que deve ser monitorada de perto, por isso é importante que os frequentadores das ilhas. mergulhadores, pescadores, canoistas, façam circular informações sobre a ocorrência deste coral nas ilhas costeiras do município do Rio, pois só assim será possível planejar ações concretas para conter este grave problema, cada vez mais intenso devido a presença crescente de embarcações estrangeiras fundeadas ao largo do nosso litoral.
Fernando lembra ainda que na Ilha Grande muitas áreas de costão estão tomados por Coral Sol, comprometendo a sobrevivência da fauna e da flora marinhas nativas, e que apesar de ainda não ser evidente nas Cagarras é preciso ficar de olho para impedir que colonize de forma agressiva os costões.
O Coral Sol é de fácil reconhecimento. Geralmente é encontrado em locais sombreados como nas paredes verticais ou inclinadas negativamente.

Foto Fernando Moraes

Coral Fogo. Fotos Carlos Rangel
Outras espécies de anêmonas do mar, do mesmo filo que o Coral Sol (Coelenterata - Cnidaria), são comuns nas Cagarras: Bunodosoma caissarum (roxa) e Anemonia sargassensis (bege listrada com roxo claro). Tem uma foto no Museu Virtual Marinho do Instituto Mar Adentro. http://www.maradentro.org.br/component/content/article/64-ilhas-cagarras/109-actinaria-e-ceriantharia-anemona

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sorrisos e cenários: canoagem no Rio de Janeiro

Névoa densa, frio, clima até meio sinistro contrastando com os sorrisos da galera. Sorriso da Letícia, chegando de um remadão até o Arpoador e ainda disposta a um passeio de Maia com Flávia e sobrinhos.
Sorrisos ainda entre bocejos de Germana e Giovanna animadas com a visita ao Forte da Laje a ao fantasma de Villegagnon. Sorriso do Justin, do Edu, do Comendador Bandeira e de sua tripulação, Ana.
Mar de azeite salpicado de lixo. Papel raso pra uma linha de sujeira que acompanhava a costeira da Fortaleza de São João indo até a escadaria do forte.
O clima estava mesmo sinistro. O mar não, estava amigável. Deixou o desembarque fácil, apesar de ser a primeira vez de alguns.
Partimos para o interior do forte, tentar ver o fantasma que não apareceu. Depois saímos pela cúpula do canhão.
E os sorrisos sempre presentes...
Mesmo diante de triste cenário.
 São esses sorrisos persistentes que iluminam a vida.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Aniversário do Clube Carioca de Canoagem

Dia 10 de julho o CCC faz 5 anos!!!
Vamos comemorar a data no Forte da Laje. Início às 9.
Venham de caiaque, canoa havaiana, stand up. Todos os remadores do Rio de Janeiro estão convidados.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tubarões no Globo Mar

Texto de Marcelo Szpilman*

Na quinta-feira da semana passada, o programa Globo Mar, da Rede Globo, abordou a pesca industrial de grandes peixes e tubarões oceânicos e mostrou a prática do finning em uma embarcação de pesca brasileira.
Nas redes sociais e no blog do próprio programa dezenas de comentários criticaram o teor e a abordagem do episódio.
Como biólogo marinho e diretor do Instituto Aqualung e do Projeto Tubarões no Brasil, acredito ser importante esclarecer essa questão.
Gostei muito de ver que a maioria dos comentários era de indignação quanto às imagens dos pescadores extirpando as nadadeiras dos tubarões. E é para se indignar mesmo com tais práticas cruéis, mas não com o programa. Tamanho contrassenso seria como culpar o carteiro pelo conteúdo da carta. 
O programa prestou, isto sim, um excelente serviço ao mostrar para o grande público o que vem ocorrendo “silenciosamente” nos últimos anos em todos os mares do Planeta, inclusive nas águas brasileiras.
Expor um tema não significa incentivá-lo. Conheço muito bem o jornalista Ernesto Paglia e o biólogo marinho Marcelo Vianna e posso afirmar que ambos (e o programa Globo Mar) NUNCA se prestariam ao papel de incentivar o tratamento cruel de animais.
Seria muito bom ver as pessoas que se indignaram não ficando só nas palavras, mas tomando atitudes e ações em favor da preservação dos tubarões.
O Projeto Tubarões no Brasil, que há anos vem atuando com campanhas de esclarecimento e educação, é um caminho nesse sentido. Participe. Tome uma atitude correta em favor da Natureza. O Projeto Tubarões no Brasil, do Instituto Ecológico Aqualung, dentro de sua Campanha Nacional contra o Finning, está nesse momento promovendo um abaixo-assinado a ser enviado ao Congresso Nacional apoiando a criação de uma nova legislação federal (Projeto de Lei) determinando que todos os tubarões capturados em águas brasileiras deverão ser desembarcados com suas nadadeiras íntegras e no corpo do animal. Além de coibir a prática do finning e facilitar a fiscalização dos órgãos competentes, essa nova legislação possibilitará o maior controle das espécies alvo de pesca e obtenção de nadadeiras e das quantidades de tubarões capturados.
Leia ao final dessa mensagem as razões que explicam a importância dessa campanha de proteção dos tubarões.
Ajude acabar com essa Prática Insustentável! Assine o abaixo-assinado acessando o link http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N5037

*Marcelo Szpilman, Biólogo Marinho formado pela UFRJ, com Pós-Graduação Executiva em Meio Ambiente (MBE) pela COPPE/UFRJ, é autor dos livros GUIA AQUALUNG DE PEIXES, AQUALUNG GUIDE TO FISHES, SERES MARINHOS PERIGOSOS, PEIXES MARINHOS DO BRASIL, e TUBARÕES NO BRASIL, e de várias matérias e artigos sobre a natureza, ecologia, evolução e fauna marinha publicados nos últimos anos em diversas revistas e jornais e no Informativo do Instituto. Atualmente, Marcelo Szpilman é diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor e Redator do Informativo do citado Instituto, diretor do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) e membro da Comissão Científica Nacional (COCIEN) da Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos (CBPDS).

As Aventuras de Styela

Vejam o blog das aventuras do Styela http://rotadostyela.blogspot.com/ e o vídeo da remada de sexta http://www.youtube.com/watch?v=DdyqyVgq4EA.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Remar é bom. Com amigos é melhor ainda!

Sempre digo que qualquer pretexto pra remar é bom.
Nosso amigo, novo amigo, Mauro, lá do CRG, estava com algumas dificuladades pra "vencer" o Cara de Cão:
"Tenho tentado ir da enseada de Botafogo até a Praia Vermelha. Entretanto, quando chego ao final do costão do Forte São João, na entrada da Baía, o caiaque fica muito instável. Como não tenho experiência e ando sozinho, prefiro não arriscar e volto. Alguém teria alguma dica de uma outra rota mais tranquila, ou uma sugestão de como remar melhor nestas condições."
Aí começou. O Marcão disse mais ou menos assim:
"Tem que treinar subir e descer do caiaque em alto mar, treinar, treinar e  treinar..."
Depois foi a vez do Maurício:
"Não tem truque, meu caro. Tem treino. Vai capotar meeesmo antes de ganhar equilibrio. Então é fundamental saber retornar pra dentro do barco. E pra isso, treino...rs. E nenhuma maneira melhor de treinar do que encarar o mar. Vai capotar, vai passar perrengue, mas, quando der por si, vai estar remando em qualquer mar sem estresse. Esteja sempre de colete, esteja acompanhado, e vamos pro mar!!"
Então falei:
"Nas esquinas da Ponta de S. João, do Pão de Açúcar e do Leme é normal o mar estar mexido. São gargalos com fundo mais raso, perto da costeira, o mar fica meio anárquico.
Remar só , mesmo quando já se é cascudo é sempre mais arriscado, nada recomendável. O ideal é estar sempre acompanhado e não remar em mar mais arisco do que aquele em que já se treinou as manobras de resgate e recuperação, solo, em duplas, em trincas. Reconhecer os limites físicos e psi, isso é bom, muito bom. Não vale a pena correr riscos desnecessários. Palavra de quem já naufragou."
No que a Flávia completou:
"Para os machos, um aviso: virar de propósito é uma excelente maneira de treinar capotagem. Eu pegava o caiaque, ali na PV (mas pode ser feito na PU) e ficava a uns 50 metros da areia, caindo de propósito na água e voltando pra cima do caiaque, fazia 5 vezes direto. Cansa MUITO, mas me ajudou muito, pois quando acontecia de virar SEM querer, o corpo já estava acostumado... Errar de propósito é muito divertido... E outra: faça algo que não tenha nada a ver com caiaque...como dançar...por exemplo...saber sentir os quadris é essencial para sentir o remar...afinal é na bunda que sentamos quando no mar..."
A Flávia é uma atleta nata, da nata. Tem a sensibilidade e a disposição certas; um equilíbrio fundamental pra quem rema nesse marzão. Treinar é como ela disse: simular situações pra acostumar o corpo a ter as reações justas num momento de real necessidade.
No final das contas, a Letícia se propôs a acompanhar o novo amigo pelas esquinas das beiradas.
"Mauro, sexta às seis vou sair da PU em canoa individual, se quiser fazer o trajeto até a PV comigo vou te acompanhando e dando umas humildes dicas para cruzar o Cara de Cão."
Daí juntou uma porção de gente pra levar o mauro pra fora da baía de Guanabara. antes, porém, o Bruno falou um pouco sobre essa parte da orla carioca e deu algumas dicas mais:
"No final do costão do Forte São João é onde o mar fica mais agitado pois se forma uma espécie de gargalo onde toda a água que entra e sai da baía passa. Tomando o Forte da Lage como referência, há dois canais, o maior e mais seguro, a exceção dos navios, chamado de barra grande (F. Sta. Cruz-F. Lage) e o menor (Forte S. João-Lage) conhecido como barra pequena que é onde a criança chora e a mãe não vê. Ali, vários fatores se juntam para que seja uma zona turbulenta: a pouca profundidade do canal, as ondas, a forçada de maré e o vento indefinido. A influência da costeira faz dessa parte, em minha opinião, a zona de maior perigo que temos por aqui, lembrando que acima de 2,5m as ondas quebram e impressionam até o mais casca grossa dos surfistas.
Após todo esse blábláblá, vamos aos pontos chaves e dicas do percurso:
- Use sempre o material de segurança (COLETE,SAIA,CABO);
- Antes de se arriscar em mar aberto sem alguém experiente, é necessário que vc saiba, no mínimo, as técnicas de saída molhada, auto resgate e de resgate assistido;
- Se não se sentir seguro, atravesse pelo canal da barra grande, tomando cuidado com os navios (conheça o balizamento náutico);
- Preste atenção na maré, na lua cheia e nova, há maior variação de maré e sabendo do horário da cheia e vazia, é possivel fazer uma passagem segura, lembrando que a pior situação é a terceira e quarta hora da maré.  Evite passar nesse momento pois é quando o mar está mais agitado, principalmente com a maré vazando.
- Conheça seus limites e saiba aonde está se metendo, abortar uma missão ou ficar em terra esperando o mar abaixar é a decisão mais difícil de tomar. Esteja pronto para tomar decisões.
- Parabéns pelo lindo caiaque e pela iniciativa de perguntar e buscar adquirir conhecimento sobre o local."
Resultou que hoje fizemos uma bela remada com 15 canoistas acompanhando o Mauro.
Como disse lá em cima: qualquer pretexto é bom pra remar.
Seguem algumas fotos:

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Limpeza das Cagarras

Sábado passado, por iniciativa do Conselho Consultivo da Unidade de Conservação das Cagarras, um grande grupo de pessoas, membros de diversas entidades que compõe o Conselho, esteve na Cagarras para um mutirão de limpeza. O dia estava lindo e tivemos boas surpresas.
 
A primeira foi justamente o grande número de pessoas engajadas na ação. A segunda  foi encontrar um mar camarada dando excelentes condições de desembarque na Comprida e na Ilha das Palmas. Outra foi ter encontrado menos lixo do que habitualmente. Apesar das boas surpresas, ainda assim a quantidade de lixo e excrementos humanos é maior do que o desejado por quem ama essas ilhas.
Aproveito para fazer minhas as palavras de agradecimento do Luiz lá do Marimbás, fotógrafo e ambientalista, amante das Cagarras que mantém um site maravilhoso sobre as ilhas (http://www.cagarras.com.br/) e que foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso do evento. 
Então, usando as palavras do Luiz, meu muito obrigado aos bravos canoístas do CCC (e também do CRG e da ECCO) que além de remarem até as ilhas, ainda tiveram força para ajudar na limpeza; aos mergulhadores do Pedro Bonfatti (Mar do Mundo) que vestiram a camisa até debaixo d'água; ao Francisco Potiguara e Paula (Viva Rio) pela arte da bela camisa e pelo patrocínio da mesma junto a Ondas e Trilhas; ao Marcelo Szpilman (Instituto Aqualung) e ao Hildon Carrapito (Limpeza na Praia -IA) pelas sacolas degradáveis e luvas usadas no evento; ao Carlos Augusto Rangel (UFF), Fernando Moraes (Museu Nacional) e Daniela Batista (Instituto Mar Adentro) que documentaram o evento para o Projeto Ilhas do Rio, ao Flavio Carneiro (FEMERJ), que com sua experiência tornou mais fácil e seguro o desembarque nas ilhas; a Marina da Glória por receber e dar um destino ao lixo coletado; a Liliane Lodi (Instituto Aqualie) por elaborar as planihas usadas para contabilizar o lixo; ao Sergio Jordão (Colônias Z7 e Z8), Luiz Varela (Colônia Z13) e Pedro Bonfatti (Mar do Mundo), por disponibilizarem suas embarcações para a atividade; ao Ricardo Zaluar (Petrobrás) e ao Fernando (IBAMA) que entraram na mata para remover o lixo soterrado; a Francyne Vieira (FIPERJ), que subiu sem medo o costão da ilha Palmas para ajudar nosso grupo; à Katia Janine, Pedro Marins e Luiz Varela (Colônia Z13), pelo empenho e mobilização; ao pessoal do Projeto Grael; a Tatiana Teixeira de Melo (Capitania dos Portos); ao Marcelo Pessanha, Sylvia Chada, Paulo Motta, Fabiana Bicudo e demais integrantes do ICMBio por abraçarem a ideia da limpeza; ao meu amigo, José Carlos Sá (RIOTUR) pela ajuda na intermediação com a Comlurb e a todos que estiveram presentes e colaboraram direta e indiretamente para o sucesso do evento.
É bom que se diga que todo o trabalho foi realizado sem importunar as aves que nidificam nas ilhas. 
Segue link para as fotos do Luiz.
O resultado da catação feita pelos 15 canoistas presentes foi:
Sacolas plásticas = 24
Garrafas PET = 15
Copinhos descartáveis = 7
Potes = 3
Embalagens de biscoito = 4
Cordas de nylon = 5
Linhas de pesca = 6
Carretel vazio = 1
Jornais e revistas = 9
Garrafas de vidro = 7
Pedaços de vidro = 5
Latas de alumínio = 12
Latas de tinta = 1
Suporte de alumínio = 2
Pneus = 1
Roupas = 2

Valeu muito, pessoal!!!

sexta-feira, 17 de junho de 2011