Não fosse pelo despertador nem teria saido da cama tão cedo tamanho o desânimo. Felizmente não enfiei de novo a cara no travesseiro.
Céu nublado fazendo o dia parecer hesitante como eu essa manhã. Pedalada rápida até a PV. Duas oc 6 já na areia, mais uma oc 1 sendo carregada pelo Pedro e Suzana. Vem o Pedro:
- Vamos sair de duplo?
- Pode ser.
- Não sei não... na verdade estou cansado.
- Cadê Lelê?
- Saiu cedo.
- Tô indo, então.
Jurupi tá na beira. As canoas já deviam estar longe, só uma que tinha acabado de sair estava voltando pra praia não sei por que.
Mar ainda meio cinza, como o céu. Agitado, ondulado, mas sem violência. Ladrando sem morder.
Virando o Leme, lá atrás da Pedra da Gávea e do Dois Irmãos o céu vai querendo ficar azul. Do lado de cá o Sol vai forçando passagem lançando raios por entre nuvens esgarçadas. E vai abrindo... Iluminando tudo ao redor.
Lá pelo posto 5 passa a canoa das meninas do PVV com Letícia no leme. Quantos sorrisos e bons dias!
Adiante um pouco Suzana acaba de mergulhar da canoa.
- Vai pro 6?
- Não, vou voltar.
- Volto com você.
Daí foi deslizar vagarosamente pelas conversas que nascem dos encontros no silêncio do mar. Paredes têm ouvidos. O mar não tem paredes.
Mais uma foto aqui, outra alí... mais uma, mais duas oc 6 passando em disparada rumo à praia...
Desembarque rápido, caiaque na base e enfim abraços, beijos e apertos de mão. Num dia promentendo um banho de sol, já tava garantido o banho na energia dessa gente da linha d'água.
Posso agradecer? Então, obrigado!
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